Sucot
Levítico 22:26 – 23:44 Números 29:12-16
Primeiros Dias
A leitura começa com uma injunção de que um carneiro ou cordeiro recém-nascido deve ser deixado com sua mãe durante sete dias; não se pode abater um animal e sua cria no mesmo dia.
A leitura então lista os Chamados da Santidade anuais – a festa do calendário judaico: o Shabat semanal; a oferenda de Pêssach em 14 de Nissan; os sete dias de Pêssach começando em 15 de Nissan; a entrega da oferenda do Omer a partir da primeira colheita de cevada no segundo dia de Pêssach, e o início, naquele dia, dos 49 dias da Contagem do Omer, culminando na festa de Shavuot no 50º dia; uma “lembrança do toque do shofar” em 1º de Tishrei; um solene dia de jejum em 10 de Tishrei; a festa de Sucot – durante a qual devemos habitar em cabanas durante sete dias e segurar as “Quatro Espécies”- começando em 15 de Tishrei; e a festa logo a seguir do 8º dia de Sucot (Shemini Atseret).
D'us declara o décimo quinto dia (e os 6 dias sebsequentes) do sétimo mês como sendo uma convocação sagrada, e nenhum trabalho deve ser feito durante aquele tempo. A leitura então descreve as oferendas de Sucot que foram levadas ao Templo Sagrado.
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SUCOT nos trás lembranças de proteção e amparo na peregrinação no deserto. E neste instante contemporâneo significa proteção em um mundo em decadência espiritual, e se torna um portal cósmico de sobrevivência.
Uau! isso é maravilho como D-US guarda seu povo de Israel!🙌 obrigado
As palavras de Hashem preenchem o vazio da alma humana. Bendito seja D’us, nosso Aba e Rei.
Agnosa w duszy nigdy nie ma pustki. Bóg Jahwe to drobne ziarenko uszlachetnia swoim Słowem. Wtedy czujemy jak blisko jesteśmy naszego kochającego Stwórcy.
Agora życzę Ci dużo ciepła i
miłości.
Szalom
(Tradução do polonês):
A alma de Agnosa nunca está vazia. D'us refina este minúsculo grão com o seu próprio. Em um mundo. Então sentimos o quão próximos estamos do nosso amoroso Criador.
Agora, desejo muito carinho e amor.
Shalom
Concordo com a Sonia e acrescentaria que a Parashá nos ensina a espiritualizar os eventos do curso da vida, o ciclo anual, revelando o significado mais elevado da atividade econômica, do trabalho -- e estendendo isso até os nossos irmãos animais, junto aos quais a santidade emocional da relação mãe-filho precisa ser preservada, ainda que experienciada num nível inferior à complexidade da alma humana. Não se trata de elevar a atividade humana, deixando para trás um mundo hostil e brutal; ao contrário, a sofisticação espiritual do ser humano deve necessariamente se refletir na própria matéria e nos seres vivos, pois essa e a finalidade da nossa parceria para com o Criador: trabalhar por revelar a Sua Presença em todas as coisas, fazendo deste mundo a Sua Morada.
Tudo passa, mas as palavras de Hashem são eternas!
Amén v'amen
Essa PARASHA nos indica que nossa casa terrestre é temporária assim como o corpo que temos.
Hashem tem um povo zeloso que está atento a sua palavra 'TORAH" que preenche a vida. Bom e agradável é estar em pura harmonia com seu povo e o Arquiteto do Universo que sozinho tudo criou.
Amém

No vigésimo segundo dia do mês de Tishrei do ano 5784, no dia de Simchá Toráh, a Guerra de Gaza começou. A Mensagem Divina para aquele dia vinha de duas Parashót: “Vezot Haberacháh e Bereshit” que significa o início e o fim de um ciclo de cinquenta e quatro porções semanais da Toráh. Neste intervalo de tempo veio o ano 5785 que abriu as comemorações para o Septuagésimo Sétimo (77º) Ano da Redenção de Israel. Finalmente a Guerra de Gaza acabou no dia vinte e um de Tishrei de 5786, justamente no dia de Simchá Toráh que trazia novamente a Mensagem Divina da última e da primeira Parashat. Ficou claramente que o Senhor D’us Todo-Poderoso escolheu justamente esse dia Simchá Toráh para que tudo que ali começou devia também terminar. O final da Guerra de Gaza e a devolução de todos os reféns vivos foi uma Interversão Divina que jamais poderá ser contestada.